Chegamos a momentos na vida que nossa visão fica mais crítica. Nós percebemos nossas limitações, nossos erros, acertos que não valeram a pena, e renuncias a nós mesmos sem sentido ou justificativas. Então caímos na real do que realmente importa, analisamos o que temos construído, e onde construímos, nesse instante aparecem tantas revoltas do nosso tempo perdido...
Não há um cantinho melhor que nossos corações para se construir nossos sonhos, ninguém conhece melhor que ele nossos desejos.
A vida com um propósito só sobrevive quando nos apegamos aos nossos princípios, aos nossos desejos, gostos, paixões, amores, defeitos, qualidades, emoções, manias ocultas... Quando nos permitimos ser humanos apenas, viver uma vida que seja aceita por nós mesmos, independente de estar agradando, independente de ser bacana e desejável para os outros, apenas nossa vida, daquele jeitinho, aquele que agente tanto gosta.
Temos urgência de viver, necessidade extrema de nos revelarmos como realmente somos e de sermos aceitos também, mas nesse momento da vida, percebendo o valor que ela tem, não nos importamos muito se vamos agradar, só queremos viver, viver intensamente a nossa essência.
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