terça-feira, 14 de julho de 2015
Em 07 de julho de 2014
Triste pelos abraços que não mais darei, pelos beijos que cessaram tão recentemente, pelas coisas tão mais lindas, que agora seguem mais nubladas, que vivas.
Eu quero ter mais que seus olhos... Seu reconhecimento, um sorriso belo de quem sabe o que estou aprontando pra te fazer feliz. Queria que o sabor fincasse em nossa pele, renovasse, adocicasse, e assim seguisse de gosto em gosto pelo estado interminável do tempo... Queria que suas mãos corressem pela minha alma com carícias de um ser recriado só pra mim...
O amor machuca, fere, eleva, constrange, traduz... Só posso te ver sob seus olhos e assim também você a mim. Não existe sabedoria que revele a mínima porcentagem do que contém nestes corpos com vida.
Olho pra mim, e nem eu mesma me sei. Meus olhos verão coisas imagináveis, minha mente produzirá imaginações inenarráveis, minha boca proferirá palavras que ainda nem ouvi, e falando em ouvir, quero que muitas melodias, e palavras doces, embalem, entrem, e alcance meu coração. Com ou sem alguém, toda minha existência será, porque aqui já estou, e tudo é mais completo do que penso.
Não tenho medo de ser feliz, não tenho medo de me entregar, o amor governa tudo e está acima de todas as coisas. Fomos todos feitos pra fazer amor, em todos os lugares, seja lá como for... O amor não se compreende – se faz.
Kell Oliveira, aos 27 anos.
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oi... saudades...
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